SAÚDE | Entrevista

Grá do Boticário – Ela foi mais forte e venceu o câncer de mama
“Muitas vezes bateu o desespero, o medo de não conseguir, mas pensava que minha fé é maior que meu medo e Deus não ia me abandonar.”



Mais do que uma entrevista, esse é um emocionante relato de superação. Gracielle Beatriz Piccoli é uma vitoriosa. Ela recebeu diagnóstico do tipo mais severo e agressivo de câncer de mama, aos 38 anos, quando a filha Helena tinha apenas um ano e seis meses. “Quanto chorei neste dia! Como me revoltei com o mundo! Questionei Deus: por que para mim? Foram inúmeras perguntas sem respostas. Eu não aceitava. Não acreditava que isso estava acontecendo comigo,” revela.
 
Hoje, próximo do dia de completar 40 anos (em 22 de outubro), ela está livre da doença. Em 2020, ela passou por uma mastectomia com a retirada das duas mamas, 16 sessões de quimioterapia e 25 sessões de radioterapia. “Eram dias de altos e baixos... Minha força para seguir era e é, a Helena - minha razão para viver, minha família e meu trabalho.”
 
Apesar da força e vontade, o processo não foi fácil. Durante o tratamento, ela teve 70% dos pulmões comprometidos, devido ao uso dos quimioterápicos. “Muitas vezes bateu o desespero, o medo de não conseguir, mas pensava que minha fé é maior que meu medo e Deus não ia me abandonar.”
 


Emocionalmente, a perda dos cabelos foi um dos momentos mais dolorosos. “Foi difícil. Eram doses diárias de dor. Chorei muito, porque era difícil aceitar um visual que não era escolhido por mim... Estava sendo imposto, e caberia a mim saber aceitar essa situação e me aceitar careca.”
 
Gracielle é gerente da loja O Boticário de Xaxim, há 15 anos – tempo que lhe rendeu o apelido carinhoso de “Grá do Boticário”. Apaixonada pelo que faz, ela garante que o trabalho foi essencial durante o tratamento. “Costumo dizer que a relação com o meu trabalho é um caso de amor. Graças a Deus consegui conciliar o tratamento com o meu trabalho. Essa foi a minha melhor escolha: Trabalhar, manter a cabeça ocupada e não viver no mundo da doença. Isso me fazia me sentir viva...”
 
Neste mês de outubro, quando o mundo divulga a campanha Outubro Rosa, Grá orienta: A prevenção “é o caminho da cura. É uma doença muito silenciosa e o diagnóstico precoce é a melhor forma de combater o câncer. Mulheres, escolham um mês, um dia do ano e tirem o tempo para se cuidar.”
 
Confira a entrevista completa.

 
Grá, conte um pouco sobre você.
Nasci e morei no interior de Seara, na Linha Gramado até o ano 2000. Cresci no interior e lembro com muito carinho e saudade desta época. Minha mãe era professora e meu pai era agricultor. Tenho uma irmã. Nessa época eu adorava morar lá. Sempre ajudei o pai na roça, tirava leite, ajudava a cuidar dos porcos e tinha vários sonhos. Queria ser tanta coisa: agrônoma, advogada, professora... Mas o único sonho que se tornou realidade, é ser feliz e gostar do que faço, independente da profissão escolhida.
Depois, minha mãe recebeu uma proposta de trabalho e fomos morar no Lajeado Grande. Eu fui morar e trabalhar em Dourados - MS, mas voltei para conseguir estudar e trabalhar.
 
Hoje, qual a sua profissão? Quanto tempo de trabalho e qual a sua relação com seu emprego?
Hoje sou Líder (gerente), da loja O Boticário de Xaxim. Em setembro, completei 15 anos de loja. Costumo dizer que a relação com o meu trabalho é um caso se amor.

 

Você se tornou conhecida como a Grá do O Boticário. Isso é motivo de orgulho para você?
Quando começamos a trabalhar em algum lugar, automaticamente ganhamos o sobrenome da empresa e quando permanecemos num mesmo lugar é natural ser reconhecida pelo seu trabalho ou pela empresa. Me orgulho muito, porque eu super me identifico com o propósito da marca. Adoro trabalhar com pessoas, porque não vedemos apenas produtos. Trabalhamos com emoções, desejos, sonhos, motivação, inspiração e desafios.




Agora, vamos falar sobre saúde: Como era sua relação com a saúde e autocuidados e como descobriu o câncer?
Eu sempre fazia um check up anual. Já tinha criado o hábito de agendar consulta sempre no mês de junho, mais precisamente no dia 21 de junho - por não trabalhar nesse dia, já que é feriado de São Luís Gonzaga em Xaxim e por minha médica ser Chapecó. Aproveitava esse dia e sempre fazia consulta de rotina, exames de sangue, preventivo do colo de útero e ultrassom de mama. Dra. Mônica sempre pedia ultrassom de mama desde os meus 33 anos.
Em 2019 quando nasceu minha filha Helena, fiz a ultrassom no dia 19 de abril, pois estava de licença maternidade e voltaria a trabalhar em maio. Na ocasião não apareceu nada nos exames.
Em maio de 2020, não lembro o dia exato, no banho e por acaso, quando fui lavar a axila senti um nódulo, mas no primeiro momento não dei importância, já que estava próximo do período menstrual. Pensei que tinha alguma relação. Mas toda vez que ia tomar banho, sentia e procurava o nódulo e ele continuava ali. Quando chegou o mês de junho, olhei o calendário e o feriado era no fim de semana. E aí pensei em não ir consultar neste ano, já que no último ano estava tudo certo.
No entanto, eu já tinha contado sobre o nódulo para minha mãe e para o Paulo e eles diziam: “vai ver o que é”. Mas, fui deixando pra depois, até que um dia eu sonhei que estava num quarto escuro e uma voz me disse: “Cuidado que a morte está te rondando.”
Quando acordei, parecia tudo muito real. Contei para o Paulo e para as meninas que trabalhavam comigo na época. Fiquei o dia todo lembrando do sonho e quando lembrava já vinha o pensamento: “liga e marca sua consulta.” Foi aí que liguei e marquei a consulta de rotina para o dia 17 de junho de 2020.
Na consulta, falei com a Dra. Mônica sobre o meu desejo de ter o segundo filho. Conversamos sobre como estava sendo a maternidade e os desafios de conciliar a maternidade com vida profissional... Lembro que ela me disse: “Deixa te examinar, vamos fazer os exames e vamos programar seu segundo filho.” A Helena não foi uma gravidez planejada, foi um presente de Deus.
Durante o exame clínico, ela pediu se eu sentia algo diferente, aí comentei sobre o nódulo. Ela conseguiu palpar o nódulo e me orientou a fazer um ultrassom de mama, mas era para marcar com a Dra. Estela, que é mastologista.
 
Grá, a descoberta de um câncer certamente foi um dos momentos mais marcantes na sua vida. Como você recebeu essa notícia?
Consultei na quinta-feira, dia 17. Na sexta-feira já fiz a ultrassom e nunca mais vou esquecer deste dia. A Dra. fazendo ultrassom e falando: “não estou gostando do que estou vendo... Isso não tem cara boa... Você tem alguém  na sua família com câncer de mama? Você sabe que as mamas pregam algumas peças na gente...”
Essa é minha lembrança daquele ultrassom. Sai do exame, já com as imagens, laudo e com a orientação para levar tudo na mesma hora para a Dra. Mônica. No tempo de sair da Unimed e ir até o Centro Médico - isso dá uma quadra - a Dra. Estela já tinha ligado para a Dra. Mônica. Quando cheguei no consultório para deixar o exame, a secretária me disse: “Entra e espera que a Dra. quer falar com você.”
Entrei no consultório e a Dra. Mônica me explicou que a Dra. Estela não gostou do que viu nas imagens e pediu uma biópsia. Isso foi na quinta-feira e na segunda-feira, fiz biópsia. Na quarta-feira a Dra. Mônica me ligou e pediu para ir às 10h no consultório e levar um acompanhante. Foi uma disputa para ver quem ia comigo, minha mãe foi e o Paulo aguardou no carro. Enquanto esperava o horário, eu já suspeitava que não era algo bom e o motivo de estar ali. Mas recebi uma mensagem do Instituto de Patologia, pedindo para ir até o laboratório assinar a autorização do exame de Himunoristoquimica, que seria realizado em São Paulo e precisava enviar fragmentos. Na hora, pesquisei no Google que exame era esse. Quando li a resposta,  comecei a chorar. Sai do consultório e disse para mãe: “Mãe, se prepara porque daqui para frente vamos ter dias difíceis.”
Quando entrei para conversar com a Dra. Mônica eu imaginava o meu diagnóstico. Ela foi muito calma, me explicou tudo o que estava acontecendo e que naquele momento ela não podia fazer nada. Ela me entregou uma caixa de lenço e disse: “chore tudo o que você quiser chorar. Às 12h30 você tem consulta com a Dra. Estela. Agora, quem vai cuidar de você é ela e eu vou ficar aqui rezando. Me mande notícias do tratamento.”
Quanto que chorei neste dia! Como me revoltei com o mundo! Questionei Deus: “por que para mim? Por que agora, com uma filha de um ano e seis meses? O que eu tinha feito para merecer isso?” Foram inúmeras perguntas sem respostas. Eu não aceitava. Não acreditava que isso estava acontecendo comigo.
Fui na consulta com a Dra. Estela e ela me explicou tudo... Sobre as chances de cura, neste caso de diagnóstico precoce, que ela trabalha junto com o Dr. Makei e que ele também ia acompanhar o meu caso.
Pediu mais uma bateria de exames e informou que eu já tinha consulta agenda com o Dr. Makei para a semana seguinte. Enquanto isso, era para ir agilizando os exames.
 
Sua família, amigos, colegas de trabalho... como as pessoas que te cercam reagiram?
A preocupação tomou conta de todos nós. O pânico, o desespero também, porque além do câncer, estávamos e ainda estamos vivendo uma pandemia. Acho que se pudessem, tinham me guardado numa caixa para que nenhum mal me acontecesse.
 
Grá e o tratamento? Qual foi o tratamento recomendado?
Primeiro foi feito todos os exames solicitados pelo Dr. Makei, para saber qual tipo de câncer de mama eu tinha (porque existem vários tipos). O meu diagnóstico foi Triplo Negativo, que é  considerado o mais severo e agressivo, com características de aparecer em menos de seis meses. Depois disso, conhecendo o inimigo, foi traçado o plano (de tratamento) e entramos na guerra.  Comecei a ser acompanhada pela Dra. Márcia, médica oncológica e fiz meu tratamento na Unimed, por ter convênio com a empresa. O tratamento foi iniciado com quimioterapia, mastectomia bilateral de mama, retirada do linfonodulo sentinela e radioterapia.
 

Como eram as sessões de quimioterapia e quantas foram? Precisou fazer radioterapia também?
No total foram 16 sessões de quimioterapia e 25 sessões de radioterapia. As sessões de quimioterapia foram divididas em 12 sessões "Quimio Branca" e quatro sessões de "Quimio Vermelha." As “Quimio Branca” eu fazia semanalmente, toda sexta-feira. Já as "Quimio Vermelha" eram quinzenais. Para preservar as veias para coleta de sangue, já que não posso mais usar o braço esquerdo para isso, coloquei um cateter, Port A Cath, que irá me acompanhar até 2023. Com isso, as quimios eram feitas pelo cateter.

 


Você ficou debilitada durante o tratamento? Como seu organismo reagiu?
Agradeço a Deus por reagir super bem ao tratamento. Eu sentia os efeitos colaterais das quimos, mas conseguia controlar com a medicação indicada. Me sentia debilitada em relação a alimentação, porque sempre gostei muito de comer, sou uma comilona, sempre digo que me cuido na alimentação: Cuido para comer o que eu não gosto (risos).
Minha irmã é Nutricionista e me orientou procurar orientação com uma Nutricionista Oncológica. Isso me ajudou bastante. Não passei fome, mas não conseguia comer tudo o que queria. Comia frutas, legumes, saladas, peixe, bastante líquido e quando o organismo aceitava, consumia outros alimentos, eu comia sem peso na consciência.

 

E sua filha Helena, com menos de dois anos de idade – numa fase de aprendizado, onde as crianças precisam de atenção e constante acompanhamento. Como você deu conta?
Sozinha não teria dado conta. Minha rede de apoio sempre foi muito boa. Minha mãe, meu pai,  meu marido, minha irmã, meu cunhado, minha família, tias, tios, vó, primos, minhas amigas que são minhas irmãs de coração, meus amigos, meus colegas de trabalho...  Todos, de uma forma ou de outra, me ajudaram com tudo.
A Helena é um ser de luz que está na minha vida e sempre foi muito madura pela idade dela. Eu procurei sempre incentivar ela, dentro da sua capacidade, a ser independente. Por exemplo, dormir sozinha, sem precisar ficar embalando; comer sozinha; e durante o tratamento eu vi o quanto isso foi importante. Hoje, confesso, que sabendo que não vou poder ter o segundo filho, penso deveria ter mimado, ter dado mais colo... Às vezes me sinto culpada por ter ensinado ela a ser tão independente.
 



Você passou pela temida queda de cabelos? Você, uma mulher linda, que trabalha com a beleza e que sempre teve cabelos longos, como reagiu a isso?
Essa foi uma das fases mais doloridas... Foi muito difícil aceitar. Eu tinha uma esperança enorme que iria chegar no final das quimos e ter alguns fios de cabelo na cabeça.  Mas foi inevitável. Da sexta para sétima sessão, tive que raspar  a cabeça e dar tchau para o meu cabelo. Foi difícil. Eram doses diárias de dor. Em cada banho, eu demorava muito mais tempo limpando o banheiro e recolhendo os cabelos, do que o próprio banho. Chorei muito, porque era difícil aceitar um visual que não era escolhido por mim... Estava sendo imposto e caberia a mim saber aceitar essa situação e me aceitar careca.
Eu tinha uma preocupação enorme de como seria a reação da Helena, quando me visse careca e como ela aceitaria, porque até então, ela sabia que mamãe tinha um dodói e que as vezes, não podia brincar ou dar colo, por causa desse "dodói."
Então eu rezava e pedia a Deus para me iluminar com as palavras e o momento certo para contar para ela que ela teria uma mãe careca.



Lembro e me emociono cada vez... Foi foi num domingo de tarde, brincando de boneca com ela, que senti uma voz me dizendo: “Fala pra ela que você vai ficar linda e careca igual a bonequinha dela.” Pronto! Falei naquele momento e ela me olhou e disse: “O cabelo não.” Na segunda e terça-feira, falei de novo e percebi que ela foi aceitando a ideia. Na quarta-feira raspei o cabelo, chegamos em casa com um presente para ela: uma boneca careca e dodói. Explicamos que eu estava assim, porque eu era igual a boneca dela e que precisava de cuidados porque eu tinha um "dodói."
E a aceitação da Helena foi surpreendente. Deus, como sempre, foi maravilhoso neste momento tão difícil.
 


Durante o tratamento, você parou de trabalhar?
Graças a Deus consegui conciliar o tratamento com o meu trabalho. Em virtude de vivermos uma pandemia e eu estar no grupo de risco, a minha médica me deu um atestado de que eu estava apta para trabalhar. Precisei adaptar minha rotina de trabalho e desenvolver minhas tarefas sem muito contato com o público. Precisei me reinventar e procurar fazer o atendimento digital. Fazia exames laboratoriais semanalmente para ter certeza que podia trabalhar e fazer o tratamento. Essa foi a minha melhor escolha durante o tratamento: Trabalhar, manter a cabeça ocupada e não viver no mundo da doença. Isso me fazia me sentir viva...
 
Equipe O Boticário

Grá, seu sorriso é sua marca. E mesmo sem cabelos e enfrentando o tratamento, você sempre postou fotos nas redes sociais, com lindo sorriso no rosto. De onde tirou forças para seguir?
Eram dias de altos e baixos. Não postei fotos de cara inchada de tanto chorar, minha força para seguir era e é, a Helena - minha razão para viver, minha família e meu trabalho.
 


Em algum momento, você imaginou que não ia suportar? Que não conseguiria vencer?
No início de dezembro do ano passado, comecei a ter uma tosse. Parecia ser tosse alérgica, tomei um xarope e a tosse piorava... Fui consultar com sintomas respiratórias e a primeira suspeita foi de Covid. Fiz o teste e deu negativo, mas a tosse evoluiu e comecei com febre. Voltei para o plantão e novamente foi suspeita de Covid. O raio X do pulmão acusou que 70% do pulmão estava comprometido. Os testes de Covid sempre negativos. Fiquei internada no isolamento da ala do Covid, até o quarto ou quinto teste vir com resultado negativo e os médicos começarem a tratar como pneumonia. Fiquei internada três dias. Depois, consultando com um pneumologista, soube que os quimioterápicos usados no meu tratamento, tinham danificado o pulmão. Então, fiz um tratamento para recuperar o pulmão... Agora, faço acompanhamento. Muitas vezes bateu o desespero, o medo de não conseguir, mas pensava que minha fé é maior que meu medo e Deus não ia me abandonar.
 


Do dia que descobriu o câncer, até agora, qual foi o momento mais marcante deste processo?
O dia da cirurgia, porque as cicatrizes vão me acompanhar a vida inteira. Foram mais de 4h40min de cirurgia, 17 dias com drenos e três meses e 20 dias fazendo curativos. Fazer fisioterapia para recuperar os movimentos dos braços e depender dos cuidados e ajuda para fazer tudo: tomar banho, comer, cuidar da Helena.
O nódulo tinha 2mm, mas o Dr. Makei, desde o início solicitou um exame de genética, para  poder ter certeza de qual seria a melhor forma de realizar a cirurgia. Tirando o quadrante, a mama esquerda ou retirar as duas mamas. Como o resultado foi positivo com alteração no BRCa1 BRca2, o protocolo indicado era fazer mastectomia. Retirar as duas mamas. Hoje, tenho expansor cheio de soro fisiológico.
 
Hoje, você já finalizou todos os tratamentos? Como será sua rotina de cuidados a partir de agora?
Graças à Deus já finalizei tudo. Não faço mais uso de medicação, mas tenho uma rotina de cuidados. A cada 45 dias faço manutenção do cateter. A cada 6 meses faço uma bateria de exames e tomografias e tenho que evitar comer carnes, doces e farinhas.


 
Grá, infelizmente, o câncer é uma realidade. Anualmente muitas mulheres recebem esse diagnóstico. O que você pode dizer para quem está lendo essa entrevista e que por ventura está na luta contra o câncer?
Não perca a fé, tenha pensamentos positivos, nada dura para sempre, são dias de lutas, dias de glórias... Viva um dia de cada vez. Procure não sofrer por antecedência.  No fim, tudo dará certo e se ainda não deu certo, é porque não chegou no fim.

 


E sobre autocuidados e prevenção? O que você pode dizer para as mulheres?
É o caminho da cura. Porque é uma doença muito silenciosa e o diagnóstico precoce é a melhor forma de combater o câncer. Isso só é possível com a prevenção e autocuidados. Mulheres, escolham um mês, um dia do ano e tirem o tempo para se cuidar. O tempo no salão de beleza, na academia é tão importante quanto o tempo de fazer os exames e consultas de rotina. Independente de plano de saúde, cada uma dentro de suas possibilidades, cuidem-se. Prevenção é vida.
 



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SAÚDE  |   07/10/2021 20h28